CCR Enseada do Brito - Palhoça

Resumo
Cesta a partir de R$ 44,00 por semana
Endereço R. Nossa Sra. do Rosário, S/N, Enseada de Brito, Palhoça
Dia de retirada Quarta-feira, 7h30 às 17h
Participantes 14
Fundação Maio, 2025
Como funciona
  1. Solicite participação.
  2. A coordenação analisa — pode levar algumas semanas.
  3. Pague antecipado via Pix no início do ciclo.
  4. Retire sua cesta no ponto de partilha.

O que é uma CCR: um grupo que compra antecipadamente direto do grupo produtor de orgânicos e agroecológicos, sem intermediários.

Perguntas frequentes

A cesta semanal parte de R$ 44,00. O valor varia conforme o tamanho e a frequência escolhidos.

Solicite participação pela página da CCR e aguarde a aprovação da coordenação.

A retirada acontece Quarta-feira, 7h30 às 17h, no ponto de partilha em Enseada de Brito, Palhoça.
Sobre a CCR

A Célula de Consumidores Responsáveis (CCR) Enseada do Brito foi criada em maio de 2025, e teve origem a partir da mobilização gerada pelo projeto de extensão “Estimulando a alimentação saudável e sustentável em escolas de educação básica, por meio de Células de Consumidores Responsáveis”. A iniciativa partiu de uma consumidora já vinculada a outra CCR, que identificou o potencial de implantação do modelo na Escola Estadual José Maria Cardoso da Veiga, local onde atua profissionalmente. A proposta surgiu da articulação entre seu engajamento pessoal com o consumo responsável e a percepção de que o ambiente escolar poderia se beneficiar de um arranjo de abastecimento agroecológico baseado na proximidade, na autogestão e na educação alimentar. A partir dessa identificação, iniciou-se um processo de sensibilização através do Laboratório de Comercialização da Agricultura Familiar (LACAF/UFSC) junto à comunidade escolar, envolvendo professores, funcionários, famílias e demais interessados. Foram realizados encontros sobre o funcionamento das CCRs, a importância da alimentação saudável e os princípios da agroecologia e do consumo responsável. A experiência da CCR Enseada do Brito evidencia o potencial das escolas como espaços estratégicos para a expansão de arranjos territoriais de abastecimento agroecológico, articulando educação, saúde, soberania alimentar e transformação social.